quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Chips de batata doce com pimenta e tomilho




São inúmeras as qualidades da batata doce. Dizem os entendidos que ajuda a controlar a diabetes porque tem baixo índice glicémico, emagrece porque diminui o apetite, fortalece o sistema imunológico porque tem boa quantidade de vitamina A, melhora o funcionamento do intestino porque é bastante rica em fibras etc...etc...            
Para além de todos estes benefícios  pode também tornar-se um fantástico petisco se consumida por exemplo em forma de finas fatias comummente chamadas de chips.Esta receita tão simples, não é na verdade das mais saudáveis porque são chips de batata doce fritas. Mas de vez em quando comer um  snacksito  destes não é nenhum pecado capital. Por isso experimentem, provem e comprovem o quão saborosa é esta finger food....(Nahhh, acho que  prefiro petisco, mesmo!!! )



O que leva:
  • batata doce;
  • óleo
  • tomilho
  • pimenta
  • sal a gosto
Como se faz:

Lava-se muito bem a batata doce e descasca-se. Também pode utilizá-la com casca.Depois  cortam-se as batatas em fatias finas usando uma  mandolina.
Colocam-se as fatias sobre papel absorvente e cobrem-se com outra folha de papel para secar bem.
Aquece-se  o óleo, de preferência  numa frigideira larga e alta.
Quando o óleo estiver quente (não muito quente)  colocam-se algumas fatias de batata até dourarem.
Depois é só escorrer e colocar sobre uma camada fofa de papel absorvente. Quanto mais sequinhas as batatas estiverem, mais crocantes elas ficam e permanecem. 
De seguida polvilha-se a gosto com sal, pimenta e tomilho.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Doce de Framboesa

FRAMBOESA

Há um ruído 
de asas
que te é próximo

Um odor a flor
a framboesa

Um sabor a leite 
e a morango
numa uterina luz de penumbra acesa

Maria Teresa Horta



O que leva:

500 g de maravilhosas framboesas frescas (produção da horta do meu pai)
1 limão 
300 g de açúcar
um pau de canela 
uma pitada de baunilha ( facultativo)




Como se faz:

Deite as framboesas  num tacho, junte o sumo do limão, o pau de canela, um pouco de baunilha a gosto e o açúcar. Leve ao lume brando até começar a ferver. De seguida aumente o lume e deixe cozinhar durante 25 minutos, retirando a espuma que se forma na superfície com uma escumadeira. Desligue o lume e deixe arrefecer. Deite para frascos esterilizados, tape e guarde num local escuro ou no frio.



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Bolinhos de Cereais e Mel


Estes biscoitos crocantes e saborosos são uma óptima alternativa para quem quer ir petiscando um docinho de vez em quando, sem ficar com peso na consciência. São confeccionados com cereais integrais, daqueles que costumamos consumir ao pequeno almoço ou com muesli, granola ... aquilo que tiverem à mão ou gostarem mais.
São igualmente uma saudável opção para o lanchinho da criançada que por estes dias vai iniciar mais um ano letivo.Podem ser feitos durante o fim de semana já que aguentam perfeitamente a semana toda, isto é , se conseguirem... ahahahah!




O que leva:

100 gramas de manteiga de amendoim ou manteiga comum
4 colheres de sopa de mel
1 ovo
1 colher de café de bicarbonato de sódio
2 chávenas de cereais integrais
1/2 chávena de flocos de aveia ou farinha integral
1/2 limão (raspa)
25 gramas de passas


Como se faz:

Coloque a manteiga num recipiente e leve ao microondas até derreter;
Adicione o mel, a raspa da casca do limão e o ovo;
Misture bem.
Adicione o bicarbonato,os flocos de aveia ou a farinha,  os cereais, as passas  e mexa bem até ligar.
Num tabuleiro antiaderente ou, então, forrado com papel vegetal, disponha colheradas do preparado, ajeite-as, dando algum espaço entre elas;
Leve a forno pré-aquecido nos 190º durante cerca de 15 minutos, até ficarem douradas.
Retire do forno, deixe arrefecer um pouco e, com cuidado (quentes ficam ligeiramente moles).
Deixe arrefecer completamente e guarde em caixas com tampa.




quarta-feira, 26 de julho de 2017

Mimos de amoras silvestres


 "O meu país sabe a amoras silvestres no Verão..."

E  no meu país fica o quintal do meu pai, que por esta altura tem os muros pintalgados  de pequenas amoras silvestres a amadurecerem com pressa, o que nos faz puxar pela imaginação: Doce, docinhos, bolos, pudins , bolinhos...
Há que colhê-las, diz o meu pai, ou em breve  sem  muita imaginação ou qualquer tipo de pudor, estarão a servir de manjar aos bandos de pardalitos que por ali passam...

E como  filha obediente que sou, decidi mimar a família com este docinho bem saudável imaginado por mim.



O que leva:

Para a base decidi utilizar panquecas que se fazem como já expliquei aqui https://docestemperos.blogspot.pt/2008/05/blog-post.html?m=0

Creme:
Dois iogurtes naturais
4 folhas de gelatina
4 colheres de açúcar em pó
50 gr de amoras
duas colheres de água



Como se faz:

Leva-se ao lume as amoras com duas colheres de açúcar e duas colheres de água. Deixa-se cozer durante 5 minutos e retira-se do lume. Misturam-se os iogurtes com duas colheres de açúcar e lentamente adicionam-se as amoras cozidas.
Demolham-se as folhas de gelatina, escorrem-se, derretem-se  no Microondas e adicionam-se ao preparado de amoras.
Com a varinha mágica tritura-se e mistura-se levemente. Deixa-se arrefecer 15 minutos no frio.
Forra-se uma pequena forma amovível ou uns aros de alumínio com panquecas e sobre as mesmas deita-se o preparado de amoras. Vai de novo ao frio até solidificar, desenformam-se e servem-se os mimos bem fresquinhos decorados com amoras e folhas de manjericão.









sábado, 6 de maio de 2017

Waffles / Gaufres de farinha integral e laranja


Waffles em inglês, Gaufres em francês...

São muitas as  maneiras  de começar o dia. Mas  adoro pequenos almoços demorados, variados, coloridos e saudáveis. Sei que a maioria das pessoas tem pouco tempo para este tipo de pequenos almoços, principalmente durante a semana e por isso uma máquina de fazer waffles pode ser uma excelente opção para retirar da rotina a primeira refeição do dia.
Existem mil e uma receitas de waffles , dos mais aos menos saudáveis. Hoje optei por esta receita mais saudável mas não resisti  acompanhá-la com uma fantástica geleia de marmelo caseira.
Irresistíveis!!!




O que leva:

- 1 Chávena de farinha de trigo integral

- Meia Chávena de Farinha de trigo com fermento

- 4 colheres de sopa de açúcar mascavado ou marelo
- ½ colher de café de sal
- 1 colher de chá de canela em pó

- 1 ovo

- 1 colher de chá de raspa de laranja
-1chávena  de leite
-4 colheres de óleo ou manteiga derretida
Como se faz:
Misture os ingredientes secos (farinhas  , açúcar, sal, canela e fermento) e reserve. Em seguida noutro recipiente misture o ovo, óleo, leite e a  raspa de laranja e junte com a mistura seca. Mexa até a massa ficar uma mistura homogénea.
Pré-aqueça a máquina de waffles. Com uma concha cheia de massa  preencha a forma. Feche e aguarde a máquina indicar que está pronto! Retire da forma e sirva ainda morno.




segunda-feira, 1 de maio de 2017

Raia Seca


A tradição da preparação de peixe seco por parte das comunidades piscatórias de muitas localidades do  litoral português, advém da necessidade da sua conservação para períodos de escassez, seja pelas condições do mar seja pela própria ocorrência sazonal dessas espécies.
Além de constituírem uma “reserva alimentar” para essas comunidades foram também, numa época em que a refrigeração era inexistente,  um recurso de conservação que permitia a comercialização deste pescado para pontos distantes do litoral.



As suas excepcionais características gastronómicas, que elevam algumas especialidades ao patamar “gourmet”.
Tal como acontece com o bacalhau, a secagem e a salga, transmitem aos peixes características muito diversas do seu consumo em fresco, com paladares mais ricos. 
Após um período de demolha mais ou menos prolongado (dependendo das espécies) as diferentes especialidades podem ser consumidas grelhadas, cozidas, cruas, guisadas….
A raia seca necessita de cerca de 48 horas com 4 a 5 mudanças de água de preferência, fresca.


Depois basta cortar em tiras, enxugar , passar por farinha de milho e fritar em óleo bem quente.




Esta raia contou com a companhia perfeita de uma favas cozidas e aromatizadas com ervas do quintal do meu pai. 






quarta-feira, 12 de abril de 2017

Workshop Doces Temperos no CHOCO ARTE in Tejo


Mais uma vez o Doces Temperos está presente  no evento Choco Arte - Dolce Vita Tejo com dois workshops a realizar dia 8 e 15 de Abril:
- Bombons de Chocolate ( 11 horas)
- Ovos de Chocolate ( 16 horas)

Apareçam!













sexta-feira, 7 de abril de 2017

Queijinhos do Céu

Páscoa, ovos, amêndoa e a minha paixão pela Doçaria Conventual, conduziram-me a uma receita que há muito queria experimentar, Queijinhos do Céu.  
Antigamente as claras de ovo eram usadas para engomar os paramentos das igrejas, os hábitos de freiras e de frades. Diz-se ainda que as claras aveludavam os licores que os frades faziam e as cascas de ovo retinham-lhes o “pé”.
Mas o que fazer com tanta gema que sobrava? Não sem demora “transformaram-se” nestas coisas boas, os Queijinhos do Céu, doce conventual confeccionado em vários pontos do país como em Constância pelas Irmãs Clarissas ou em Mora no Alentejo
Da forma mais convencional, é moldado à mão um recipiente cilíndrico – o queijinho – feito de massa de amêndoa,  dentro do qual se introduz um  doce de ovo .
A minha reinterpretação desta receita adicionou-lhe canela e um formato mais arredondado. Mas o sabor, esse, manteve-se e é impossível resistir a estes pequenos pecados de Céu.




O que leva:
400 g de açúcar em pó
500 g de amêndoa em pó
200 g de doce de ovos
2 claras
uma colher de café de canela
Açúcar em pó para polvilhar



Como se faz:
Deite a amêndoa em pó e o açúcar para uma tigela e misture bem. Junte depois as claras e amasse muito bem com as mãos até ficar uma massa consistente.
Divida a mistura anterior em 18 porções, abra uma cavidade em cada uma delas, junte um pouco dos ovos-moles, dobre a massa e dê a forma de um queijinho pequeno, aconchegando bem com as mãos.
Polvilhe os "queijinhos" com açúcar em pó e canela.




segunda-feira, 3 de abril de 2017

Pãezinhos recheados com farinheira e queijo creme com ervas finas



Farinheira e pão... Dois imprescindíveis  da nossa gastronomia!
A farinheira é um enchido cuja  autoria se atribui aos  judeus portugueses. Estes, no tempo em que decorria a inquisição, elaboravam e consumiam a farinheira como forma de simularem o consumo de carne de porco, dado que esta é a grande parte do seu recheio assim como de outros enchidos.
A farinheira como o seu próprio nome indica, leva na sua composição farinha, que tanto pode ser de trigo como de milho, de forma a conseguir-se uma massa à qual  é adicionada massa de pimentão, colorau e vinho para além da gordura de porco. Nalgumas regiões é também frequente a adição de sumo de laranja.
Quanto à sua preparação sabe-se que esta composição é metida dentro de tripas previamente preparadas, mas que tem uma particularidade e que faz a diferença dos outros enchidos: a tripa não é completamente cheia. Para terminar, a sua cura é feita no fumeiro tal como os outros enchidos que conhecemos. No que se refere à conservação o melhor mesmo é deixa-la num lugar bem fresco para que não azede.
Nesta  receita juntei a farinheira ao pão para confeccionar uma entrada  que é uma verdadeira tentação!!!


O que leva:

1 farinheira
4 pãezinhos tipo bolinhas de trigo
1/2 cebola pequena, muito bem picada
1 dente de alho picado
2 colheres sopa de queijo creme com ervas finas ( tipo philadelphia)
2 colheres de sopa natas ou leite
1 fio de azeite 
Oregãos q.b.
Tomilho q.b.
50 g de azeitonas pretas picadas
150 g de queijo  picado grosseiramente




Como se faz:

Comece por retirar a parte superior do pão, de modo a que fique com uma espécie de taça. Retire todo o miolo do seu interior e reserve as tampinhas de pão.
Aqueça um fio de azeite e junte-lhe a cebola e o dente de alho, picados, deixe-a amolecer e acrescente  a farinheira, sem pele e desfeita. Mexa, em lume brando, regue com o leite ou as natas, misturando bem. Junte as azeitonas, tempere com uma pitada de sal e os oregãos, envolva tudo bem e deixar cozinhar, em lume brando, até o molho ter uma consistência espessa. Por fim, acrescente o tomilho e, se achar necessário, retifique o sal.
Recheie o pão, polvilhe-o com o queijo ralado grosseiramente e leve-o ao forno, pré-aquecido a 180ºC, durante 10 minutos ou até gratinar e alourar um pouco.
Sirva quente acompanhado de tostas ou com o próprio pão



terça-feira, 28 de março de 2017

Pão-de-Ló da Ana

Diz-se que a receita do pão-de-ló húmido terá sido resultado de um acaso. Consta que por erros de cozedura uma freira terá antecipado a saída do forno de um pão-de-ló e daí ter ficado cremoso, o que faz as delícias dos seus apreciadores. A freira seria do Convento de Cós, próximo de Alcobaça, e a atrapalhação, reza a lenda (que tanto atribui o "erro" à freira como a senhoras da terra, que teriam aprendido a receita com as freiras), teria sido provocada por uma visita do rei D. Carlos .  O nervosismo da freira fez com que o bolo saísse do forno antes do tempo e isso acabou por o tornar único.


O pão-de-ló da Ana não é arte do acaso mas sim da alegria  com que o confecciona tornando todos aqueles que o provam indubitavelmente mais felizes.

Obrigada, Ana, por amavelmente me teres brindado com o teu marvilhoso bolinho e cedido a respectiva receita!!!


O que leva:

(para uma forma sem buraco de 20 cm)

4 ovos
8 gemas
uma chávena  de chá de açúcar

meia chávena de farinha (com fermento)



Como se faz:

Forre uma forma redonda sem buraco, com papel vegetal e unte o papel com margarina ou manteiga.

Pré aqueça o forno a 230º

Bata com a batedeira os ovos inteiros com  o açúcar durante 10 minutos.
A gemada tem de adquirir volume. Adicionam-se as gemas e bate-se mais 10 minutos.
Depois a farinha peneirada sobre a gemada e mistura-se lentamente até ficar bem envolvida
Deita-se na forma previamente untada e vai ao forno durante 10 minutos a 230º .
Os lados devem ficar cozidos

mas o centro deve permanecer húmido.
Retire do forno, aguarde uns minutos e desenforme com a ajuda do papel vegetal.
Deixe arrefecer e sirva ainda morno ou frio.





domingo, 19 de março de 2017

Areias de São José

São provavelmente os biscoitos mais fáceis de fazer. Daqueles que apetece ter sempre à mão para ir saciando um ou outro golpe de fome. Hoje resolvi dar-lhes um toque diferente e adicionei raspa de lima e canela com uma pitada de erva doce.
Resultou muito bem!!!
E como hoje é dia de São José decidi dar-lhes o nome do padroeiro dos pais aproveitando para apelar aos papás deste mundo para cozinharem para os  filhotes. Garanto-vos que eles vão adorar...
Feliz Dia do PAI !!!!




O que leva:

150 GR DE AÇÚCAR
320 G DE FARINHA
200 G DE  MANTEIGA ( COM VAQUEIRO SABOR A MANTEIGA TAMBÉM FICAM ÓPTIMAS)

RASPA DE LIMÃO OU LIMA
1 COLHER DE CAFÉ DE CANELA COM UMA PITADA DE ERVA DOCE MOÍDA
AÇÚCAR E CANELA Q.B.



Como se faz:

1. Peneire a farinha juntamente com o açúcar. Faça uma cova ao meio e deite aí a manteiga a  em bocadinhos, a canela e a raspa de limão. Trabalhe com as pontas dos dedos, até ficar em areia.

2. Retire pedacinhos de massa e molde em bolinhas do tamanho de nozes pequenas.Coloque-as num tabuleiro forrado com papel vegetal e achate-as levemente com as costas de um garfo.
3. Leve a cozer em forno médio (180º C) durante cerca de 10 minutos.
4. Passe as areias, ainda quentes, por açúcar e guarde-as quando estiverem completamente frias em caixas ou frascos que fechem hermeticamente.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Ávila y sus YEMAS


Ávila é uma cidade da região Espanhola de Castilla Leon , património da Humanidade, que nos impressiona ao primeiro olhar pela sua muralha medieval, a única construção militar cristã que se conserva tal e qual foi construída e a maior e mais bem preservada da Europa com 2,5 kms de extensão, 9 portas e 87 torres redondas espaçadas por 20 metros cada .
A cidade é banhada pelo rio Adaja e é a capital de província mais alta de Espanha, com 1131 m de altitude.



Além de possuir um vasto e notável património como a sua catedral gótica, a primeira a ser construída em Espanha, oferece-nos também uma gastronomia rica e variada da qual se destaca o Chuleton (bife de Novilho), as famosas tapas com produtos da região ou a doçaria de origem Conventual encabeçada pelas yemas de Ávila ou yemas de Santa Teresa que mereceram a minha especial atenção. 
As antigas e charmosas pastelarias como A Flor de Castilla ou a Munoz Iselma situada na Plaza Mayor, oferecem-nos ainda outras maravilhas da doçaria de Ávila como os lindíssimos doces de massapão ou as pastas de San Juan de La Cruz ( massapão , doce de ovo e frutos secos).

                                      GEMAS DE SANTA TERESA OU GEMAS DE ÁVILA

Reza a história que as gemas de Santa Teresa ou gemas de Ávila são de origem árabe e que foram depois adaptadas e melhoradas pelas monjas do mosteiro de Santa Teresa de Ávila antes da reforma do Carmelo. Os doces eram ocasionalmente oferecidos pelas monjas à população o que levou a que alguns pasteleiros da cidade se dedicassem a tentar confeccionar o tão cobiçado doce, iniciando-se a sua bem sucedida comercialização nas confeitarias da cidade, a partir dos meados do século XIX , protegendo sempre as receitas, transmitindo-as de pais para filhos de forma QUASE secreta.



Receita

O que leva:
12 gemas
150 g de açúcar
150ml de água
Raspa de um limão
Açúcar em pó

Como se faz:

Ferva a água com o açúcar e o limão até que alcance o ponto de espadana (cerca de 117 graus).
Bata as gemas e passe por um passador fino.
Deite a calda de açúcar  nas gemas e leve a lume brando até que se desprendam das paredes da panela. Deixe arrefecer.
Polvilhe com açúcar em pó uma superfície lisa, coloque aí a massa e faça um "rolo".
Corte e modele pequenas bolas , passando sempre pelo açúcar para facilitar o manuseamento.